terça-feira, 7 de novembro de 2017

Trump chega à Coreia do Sul para um ponto Final

O Presidente americano Donald Trump chegou nesta terça-feira à Coreia do Sul, na segunda etapa de sua viagem asiática, com a promessa de "resolver tudo", apesar das divergências com Seul a respeito da questão nuclear norte-coreana. O avião presidencial Air Force One pousou às 12H30 (1H30 de Brasília) na base aérea de Osan, na região de Seul, onde o presidente e sua esposa esposa Melania foram recebidos pela ministra sul-coreana das Relações Exteriores, Kang Kyung-Wha.

Trump chega à Coreia do Sul para um ponto Final

Nos últimos meses, a tensão aumentou a respeito do programa nuclear de Pyongyang e o presidente americano trocou insultos e ameaças, inclusive de guerra, com o líder norte-coreano Kim Jong-Un, um conflito que afetaria os 10 milhões de habitantes da Coreia do Sul. "Preparando-me para viajar à Coreia do Sul e encontrar com o presidente Moon, um cavalheiro distinto", escreveu Trump no Twitter. "Vamos resolver tudo!", completou. O tom representa um forte contraste com as declarações anteriores, nas quais chamou a estratégia de Moon Jae-In como um "apaziguamento". Trump desembarcou na Coreia do Sul após uma visita de três dias ao Japão, onde recebeu o apoio integral do primeiro-ministro Shinzo Abe para sua estratégia com a Coreia do Norte de manter "todas as opções sobre a mesa". A relação de Trump com o presidente sul-coreano Moon Jae-In, no enanto, é consideravelmente mais fria, o que aumenta as preocupações de que uma aliança de várias décadas poderia passar à segunda linha, privilegiando o vínculo com o Japão. Ao mesmo tempo, Moon, cujo país está ao alcance da artilharia na Coreia do Norte, pediu que nenhuma ação militar aconteça na península sem o consentimento de Seul. Apesar do clima tenso, a Coreia do Sul estendeu o tapete vermelho para receber Trump, à medida que busca mensagens de que a aliança entre os dois países permanece forte. "No final, tudo vai dar certo" a respeito da Coreia do Norte, prometeu Trump em Camp Humphreyrs, base dos 28.500 militares americanos presentes na Coreia do Sul, 90 km ao sul da capital Seul. Moon - cujos pais foram retirados do Norte durante a Guerra da Coreia (1950-1953) por um navio americano - celebrou a relação histórica de seu país com Washington. "Dizem que conhecemos um verdadeiro amigo nos momentos de necessidade", afirmou a Trump. Washington "é um verdadeiro amigo, que esteve conosco e derramou seu sangue ao nosso lado quando precisamos", acrescentou. Apesar das palavras, a população sul-coreana se mostra dividida a respeito de Donald Trump: nas ruas aconteceram manifestações contra e a favor do presidente americano. Trump desembarcou na Coreia do Sul após uma visita de três dias ao Japão, onde recebeu o apoio integral do primeiro-ministro Shinzo Abe para sua estratégia com a Coreia do Norte de manter "todas as opções sobre a mesa".  A relação de Trump com o presidente sul-coreano Moon Jae-In, no enanto, é consideravelmente mais fria, o que aumenta as preocupações de que uma aliança de várias décadas poderia passar à segunda linha, privilegiando o vínculo com o Japão. Ao mesmo tempo, Moon, cujo país está ao alcance da artilharia na Coreia do Norte, pediu que nenhuma ação militar aconteça na península sem o consentimento de Seul. Apesar do clima tenso, a Coreia do Sul estendeu o tapete vermelho para receber Trump, à medida que busca mensagens de que a aliança entre os dois países permanece forte. 

A relação de Trump com o presidente sul-coreano Moon Jae-In, no enanto, é consideravelmente mais fria, o que aumenta as preocupações de que uma aliança de várias décadas poderia passar à segunda linha, privilegiando o vínculo com o Japão. Ao mesmo tempo, Moon, cujo país está ao alcance da artilharia na Coreia do Norte, pediu que nenhuma ação militar aconteça na península sem o consentimento de Seul. Apesar do clima tenso, a Coreia do Sul estendeu o tapete vermelho para receber Trump, à medida que busca mensagens de que a aliança entre os dois países permanece forte. "No final, tudo vai dar certo" a respeito da Coreia do Norte, prometeu Trump em Camp Humphreyrs, base dos 28.500 militares americanos presentes na Coreia do Sul, 90 km ao sul da capital Seul. Apesar das palavras, a população sul-coreana se mostra dividida a respeito de Donald Trump: nas ruas aconteceram manifestações contra e a favor do presidente americano
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