quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Planalto entra em guerra para aprovar reforma da Previdência

A reforma trabalhista tá dando o que falar o planalto está montando uma operação de guerra para lei ser aprovada, o dia foi movimentado ontem (22/11) no Palácio do Planalto. O objetivo era montar uma operação de guerra e garantir apoio à reforma da Previdência, agora em versão enxuta. A primeira movimentação, porém, mostrou que as negociações ainda não estavam devidamente costuradas.  A notícia de que o presidente Michel Temer teria fechado a escolha do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) para o lugar do ministro tucano Antônio Imbassahy na Secretaria de Governo provocou burburinho nos bastidores. Uma ala governista, contrária ao nome de Marun, fiel escudeiro do deputado cassado Eduardo Cunha, defendia alguém que obtivesse maior consenso.

Planalto entra em guerra para aprovar reforma da Previdência

E assim foi feito. Já no fim da tarde, depois de o presidente ter refeito todas as consultas, a Secretaria de Comunicação Social informou, oficialmente, que Imbassahy fica no cargo, pelo menos por enquanto. Ao mesmo tempo, Marun dava entrevista afirmando não ter recebido convite oficial do presidente para assumir a Secretaria de Governo.  “Cabe ao presidente decidir se vou ser o ministro e, se for o caso, quando isso vai acontecer”, declarou o deputado. Ele disse não ter ficado decepcionado por ainda não ter sido convidado. “Ao contrário, tenho absoluta convicção da importância da reforma da Previdência. Vou continuar trabalhando pelo governo. Estou aqui”, afirmou. Marun falou pouco antes de entrar para a cerimônia de posse do novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy (sem partido-GO), aliado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A nomeação de Baldy para o lugar do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que deixou o cargo na última semana, foi outro passo do Planalto com vistas à aprovação das mudanças nas aposentadorias na Câmara, prevista para a primeira semana de dezembro. PSDB A decisão de manter Imbassahy é sintomática e veio depois de o PSDB anunciar que não vai fechar questão na votação da reforma da Previdência, ou seja, a bancada será liberada para votar como quiser. Os parlamentares tucanos estão divididos e parte deles receia prejuízos eleitorais no ano que vem se votar com a reforma patrocinada pelo governo Temer. Os direitos dos trabalhadores estão por um fio.
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